LA RECONFIGURACIÓN DEL INSTITUTO AYRTON SENNA (IAS) Y LAS IMPLICACIONES EN EL EJERCICIO DE LA GESTIÓN DEMOCRÁTICA DE LA EDUCACIÓN

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.31512/19819250.2025.26.03.144-167

Palabras clave:

Instituto Ayrton Senna, gestión democrática de la educación, gestión gerencialista de la educación

Resumen

El presente artículo cuestiona cuáles son las implicaciones del contenido de la propuesta de los programas y acciones del Instituto Ayrton Senna (IAS) para el ejercicio de la gestión democrática. Para ello, en líneas generales, se analiza el contenido de la propuesta del IAS, en el contexto de su reconfiguración, en lo que respecta al ejercicio de la gestión democrática de la educación. Dada la naturaleza de la investigación, se apoya en el enfoque cualitativo, alineado con la investigación documental y bibliográfica. El estudio estará fundamentado a partir de la categoría de la contradicción a través de los ejes de análisis: sujeto colectivo, autonomía, democracia y ética. Considerando los estudios realizados, se concluye que la actuación del IAS en el desarrollo y monitoreo de sus programas y acciones representa una fuerza política al servicio de la lógica del mercado, por lo tanto, del sistema capitalista, que opera en contra del ejercicio de la gestión democrática de la educación.

Biografía del autor/a

Luciani Paz Comerlatto, Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)

Doutora em Educação na linha de políticas e gestão de processo educacionais pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (PPGEDU UFRS/2013). É professora adjunta da UFRGS - lotada na Faculdade de Educação (FACED), departamento de Ensino e Currículo( DEC) na área do Ensino de História e professora no Programa de Pós Graduação stricto sensu em Ensino de História (PROFHISTÓRIA/IFCH UFRGS) . Atua como pesquisadora nas linhas de Ensino de História, Políticas e Gestão de processos Educacionais. Coordenou a primeira edição do Curso de especialização em Gestão da Educação (2018-2020), assim como a segunda edição (2022-2025/I) . É participante do Lhiste-UFRGS e coordenadora do projeto de pesquisa intitulado Intersecções entre Políticas Públicas Educacionais, Gestão Escolar e Ensino de História nas escolas públicas do estado do RS.

Márcia Ângela Patrícia, Universidade Federal de Rondônia (UNIR)

Doutora em Educação na linha de Políticas Públicas e Gestão Educacional do Programa de Pós Graduação em Educação da UEM 2017-2021. Mestre em Educação na linha de formação de professores pela Universidade Federal de Rondônia UNIR 2015. Especialização em Metodologia do Ensino Superior pela UNIR (2005). Especialização em Supervisão Escolar Pelas Faculdades Integradas de Ariquemes FIAR (2006). Foi Chefe do Departamento de Ciências da Educação - DACED/ARQ 2014-2015. Foi Coordenadora do curso de Pedagogia do Programa de formação de professores PARFOR-Ariquemes (2011-2017). Formadora do Pacto Nacional Pela Alfabetização na idade Certa (2013-2016). Coordenadora de Subprojeto PIBID 2018/2019 - 2019/2022 - 2024/2026. Diretora do campus de Ariquemes - RO (2022/2026).Tem experiência na Educação Básica, com ênfase em docência e gestão escolar. Desenvolve pesquisas na área de Políticas educacional e formação docente.

Citas

CALIL, Alessandra; BRISOLA, Maria Andrade. A contrarreforma do estado como fator de agravamento das desigualdades da sociedade brasileira a partir dos anos de 1990. Revista Ciências Humanas - UNITAU, Taubaté/SP, v. 12, n 3, edição 25, p. 46-55, set./dez. 2019. Disponível em: https://rchunitau.com.br/index.php/rch/article/view/442/321. Acesso em: 05 jun. 2025.

COMERLATTO, Luciani Paz. A gestão democrática da educação no contexto da sociedade capitalista: da coisificação humana à promoção do sujeito histórico-social. 2013. 267 f. Tese (Doutorado em Educação) – Programa de Pós-graduação em Educação, Faculdade de Educação, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2013.

CURY, Carlos Roberto Jamil. O Conselho Nacional de Educação e a Gestão Democrática. In: OLIVEIRA, Dalila Andrade (Org.). Gestão democrática da educação: desafios contemporâneos. Petrópolis: Vozes, 2007. pp. 199-206.

FREITAS, Luiz Carlos de. A reforma empresarial da educação: Nova direita, velhas ideias. São Paulo: Expressão popular, 2018.

GOIÁS. Acordo de Cooperação que entre si Celebram o Estado de Goiás por meio da Secretaria de Estado de Educação e o Instituto Ayrton Senna - IAS - São Paulo SP. Goiânia, 2020. Disponível em: https://goias.gov.br/educacao/wp-content/uploads/sites/40/files/acesso-a-informacao/termos-de-colaboracao-termos-de-fomento-acordos-de-cooperacao/Acordo%20de%20Coopera%C3%A7%C3%A3o%20de%20v%C3%A1rios%20anos/2021/INSTITUTO%20AYRTON%20SENNA%20%20-%20202000006054539.pdf. Acesso em: 11 ago. 2025.

GUIMARÃES, Cátia. Educação pública, lógica privada. EPSJV/Fiocruz, Rio de Janeiro, 2013. Disponível em: https://www.epsjv.fiocruz.br/noticias/reportagem/educacao-publica-logica-privada. Acesso em: 23 maio 2025.

GUTIERRES, Dalva Valente Guimarães; COSTA, Marilda. O financiamento e o controle social dos recursos da educação no contexto das parcerias firmadas entre o Instituto Ayrton Senna (IAS) e municípios brasileiros. In: ADRIÃO, Theresa; PERONI, Vera M. V. (Coord.). Análise das consequências de parcerias firmadas entre municípios brasileiros e a Fundação Ayrton Senna para a oferta educacional. Pesquisa Científica. 2011. pp. 84-105. Disponível em: http://www.redefinanciamento.ufpr.br/ArquivoTextos/AdriaoPeroni.pdf . Acesso em: 18 mar. 2025.

IANNARELLI, Thaís. Viviane Senna. Filantropia, 11 jan. 2009. Disponível em: http://www.filantropia.ong/informacao/uma_corrida_pela_educacao. Acesso em: 11 ago. 2025.

LAVAL, Christian. A escola não é uma empresa: o neo-liberalismo em ataque ao ensino público. Londrina: Editora Planta, 2008.

MICHEL, João Carlos Macieski. A ação do instituto Ayrton Senna na gestão das políticas educacionais: alianças sociais e legitimação do gerencialismo na educação. 2010. 102 f. Dissertação (Mestrado) – Universidade do Vale do Itajaí – UNIJUÍ, 2010.

PARO, Vitor Henrique. Gestão democrática da escola pública. São Paulo: Ática, 2008.

PATRÍCIA, Márcia Ângela. Política de correção de fluxo escolar: uma análise da parceria público-privada entre o instituto Ayrton Senna e a SEDUC-RO. Orientadora: Dra. Elma Júlia Gonçalves de Carvalho. 2021. 330 f. Tese (Doutorado em Educação) – Universidade Estadual de Maringá, Maringá, 2021.

PERONI, Vera Maria Vidal; PIRES, Daniela de Oliveira; BITTENCOURT, Jaqueline Marcela Villafuerte; BERNARDI, Liane Maria; COMERLATTO, Luciani Paz; CAETANO, Maria Raquel. Parcerias entre sistemas públicos e instituições do terceiro setor no Brasil, Argentina, Portugal e Inglaterra: implicações para a democratização da educação. In: 6.º Encontro Internacional de Investigadores de Políticas Educativas: Trabalho, 2014, Santa Maria. Anais […]. Santa Maria: UFSM, 2014. p. 31–37. Disponível em: https://lume.ufrgs.br/handle/10183/140051. Acesso em: 01 ago. 2025.

PERONI, Vera Maria Vidal. Relação público-privado no contexto de neoconservadorismo no Brasil. Educação & Sociedade, Campinas, v. 41, p. e241697, 2020. Disponível em: https://www.scielo.br/j/es/a/gPNy6mbMhQVmfzrqX8tRz4N/?lang=pt. Acesso em: 13 jun. 2025.

POJO, Oneide Campos. A parceria público-privado do Instituto Ayrton Senna e a Prefeitura municipal de Benevides- PA: entre os desafios (pro)postos e os limites da realidade. 2014. Tese (Doutorado em Educação) – Programa de Pós-Graduação em Educação, Universidade Federal do Pará, Instituto de Ciências da Educação, Belém, 2014.

RIKOWSKI, Glenn. Privatização em educação e formas de mercadoria. Revista Retratos da Escola, Brasília, v. 11, n. 21, p. 393-413, jul./dez. 2017. Disponível em: https://retratosdaescola.emnuvens.com.br/rde/article/view/810. Acesso em: 15 abr. 2025.

ROBERTSON, Susan; VERGER, Antoni. A origem das parcerias público privada na governança global da educação. Educação & Sociedade, Campinas, v. 33, n. 121, p. 1133-1156, out./dez. 2012.

RODRIGUES, Ernesto. Ayrton, o herói revelado. Rio de Janeiro: Objetiva, 2004.

SALVADOR, Evilásio. Fundo público e políticas sociais na crise do capitalismo. Serviço Social & Sociedade, São Paulo, n. 104, p. 605-631, out./dez. 2010. Disponível em: https://www.scielo.br/j/sssoc/a/JjjhnQzh9FGx9q3t7WsT35g/?format=html&lang=pt. Acesso em: 08 abr. 2025.

SALVADOR, Evilásio (Coord.). Privatização e mercantilização da Educação Básica no Brasil. Brasília: UnB – CNTE, 2017. Disponível em: https://cnte.org.br/acao/privatizacao-e-mercantilizacao-da-educacao-basica-no-brasil-2fd3. Acesso em: 03 maio 2025.

THOMPSON, Edward Palmer. A miséria da teoria ou um planetário de erros. Uma crítica ao pensamento de Althusser. Rio de Janeiro: Zahar, 1981.

VÁZQUEZ, Adolfo Sánchez. Ética. Tradução de João Dell'Anna. 3. ed. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2017.

VIEIRA, Evaldo A. O Estado e a sociedade civil perante o ECA e a LOAS. Serviço Social & Sociedade, São Paulo, n. 56, p. 9-23, mar. 1998.

WOOD, Ellen Meiksins. Democracia contra capitalismo: a renovação do materialismo histórico. Trad. Paulo Cezar Castanheira. São Paulo: Boitempo, 2006.

Publicado

2025-12-30

Cómo citar

Comerlatto, L. P., & Patrícia, M. Ângela. (2025). LA RECONFIGURACIÓN DEL INSTITUTO AYRTON SENNA (IAS) Y LAS IMPLICACIONES EN EL EJERCICIO DE LA GESTIÓN DEMOCRÁTICA DE LA EDUCACIÓN. Revista De Ciências Humanas, 26(3), 144–167. https://doi.org/10.31512/19819250.2025.26.03.144-167