COMO SE CONSTITUI A FEMINILIDADE: UM "SER" REFERENTE AO OUTRO / AS THE FEMINILIDADE CONSISTS: ONE "TO BE" REFERRING TO THE OUTRO

Laiza Francielli dos Santos Bortolini

Resumo


Como se constitui a feminilidade? Sabemos que a anatomia não define o sujeito feminino e que a questão da feminilidade e de sua
ligação com a anatomia deixou lacunas na escrita do pai da Psicanálise: Sigmund Freud. Para delinear nossa escrita enfatizamos a relação primordial da menina com sua mãe, a qual, segundo Freud, permanece como modelo de todas as relações posteriores do sujeito feminino, já que a mulher, enquanto feminina, não encerra o Édipo de forma completa. Se não se finaliza o complexo de Édipo completamente, é a ligação com a mãe que continua presente, pois este é uma herança direta desta relação primeva. Desenvolvendo o pensamento que Freud
inaugurou juntamente com a leitura de psicanalistas lacanianos,
principalmente Gerard Pommier (1991, 1992) e Serge André (1991), os quais, baseados em Freud, desenvolveram suas teorias, tentaremos argumentar e definir o feminino. Será possível, porém, definir a feminilidade? Entende-se que a mulher participa do gozo fálico - e assim precisa fazê-lo para entrar no mundo da linguagem - mas precisa ir além da significação fálica - único significante na linguagem para a sexualidade - para encontrar o "gozo Outro", o qual traz a especificidade do feminino.

Palavras-chave


Constituição. Feminilidade. Gozo Passivo. Gozo Ativo.

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(c) Rev. Ciênc. Hum. Educ., Frederico Westphalen - ISSN 1981-9250.

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Prefixo DOI: 10.31512

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 * Contagem iniciou em 28/04/2019.

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