PERSPECTIVA DOCENTE

DESAFIOS E POTÊNCIAS EM UM PROGRAMA INDUTOR DE EDUCAÇÃO INTEGRAL

Autores

DOI:

https://doi.org/10.31512/19819250.2025.26.02.126-145

Palavras-chave:

Educação Integral, Escola pública, Formação de professores, Programa São Paulo Integral

Resumo

Este trabalho apresenta os resultados de uma pesquisa de mestrado intitulada “Programa São Paulo Integral – perspectiva dos docentes sobre a implementação do programa” (Braga, 2023). O objetivo da pesquisa foi investigar como ocorre a implementação do programa São Paulo Integral, a partir da perspectiva dos docentes que vivenciam o programa nas escolas. Utilizou-se uma abordagem qualitativa (Deslandes, 1994), com procedimentos técnicos de pesquisa bibliográfica, documental (Gil, 2002) e estudo de caso múltiplo (Bogdan; Biklen, 1994). Para produção de dados, aplicou-se questionário e entrevista semiestruturada. Foram utilizados a análise de conteúdo (Laville; Dionne, 1999) e o método de análise de prosa (André, 1983). O aporte teórico inclui Gadotti (2009), Gonçalves (2006), Guará (2006), Moll (2011, 2012), Almeida e Moll (2018) e Posser, Almeida e Moll (2016). Os resultados destacam como potência a autonomia discente, os projetos desenvolvidos e a formação continuada in loco. Os desafios se referem às diferentes concepções sobre educação integral, à homogeneização entre os conceitos de tempo integral e educação integral e à falta de tempo de preparo das aulas e de espaço disponível. Concluiu-se que a RME-SP busca o desenvolvimento integral dos estudantes. Não obstante, se faz necessário que essa rede esteja atenta para que o referido Programa não seja reduzido ao tempo integral e que o subsidie suficientemente para que os desafios sejam sanados. Com ressalvas, grande parte dos professores relatou acreditar na proposta do Programa.

Biografias do Autor

  • Wildiane Sousa Braga, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)

    Pedagoga. Mestra em Educação pela Universidade Federal de São Paulo - Unifesp/SP (2023) na área de educação integral. Membra do Grupo de Pesquisa e Observatório de Desenvolvimento Docente e Inovação Pedagógica (GEODDIP), reconhecido pelo CNPq, onde se dedica a estudos sobre Escola Pública, Formação de Professores e Práticas Pedagógicas. Além dessas temáticas, continua se dedicando a estudos relacionados à educação integral. Foi coordenadora pedagógica e orientadora educacional na rede privada de 2007 a 2011. Ingressou na Rede Municipal de Ensino de São Paulo (RME-SP) em 2015, como professora de Educação Infantil e dos anos iniciais do Ensino Fundamental, e também desempenhou a função de Professora Orientadora de Alfabetização (POA). Atualmente, assume o cargo de Coordenadora Pedagógica em um Centro de Educação Infantil (CEI) na Rede Pública Municipal de Ensino de São Paulo (RME-SP).

  • Jorge Luiz Barcellos da Silva, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP)

    Licenciado em Geografia (UFRGS), Mestre em Geografia Humana (USP) e Doutor em Ciências Sociais (PUC-SP). Professor Associado no Departamento de Educação (DE) da Escola de Filosofia, Letras e Ciências Humanas Campus Guarulhos (EFLCH/UNIFESP); Professor credenciado no Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE UNIFESP), Linha de Pesquisa: Escola Pública, Formação de Professores e Práticas Pedagógicas. Integrante do Grupo de Estudos e Pesquisa sobre Escola Pública, Infâncias e Formação de Professores (GEPEPINFOR- UNIFESP). Vice coordenador e pesquisador do Grupo de Estudos e Observatório de Desenvolvimento Profissional Docente e Inovação Pedagógica (GEODDIP - UNIFESP) e do Grupo de Estudos e Pesquisas Geografias do Contemporâneo (USP). Os interesses de pesquisa incidem principalmente nos seguintes temas: Geografia, Ensino de Geografia, Formação de Professores de Geografia, Teoria e Método da Ciência Geográfica, Geografia do Brasil, Trajetórias do Ensino de Geografia no Brasil, Geografia da Educação, Professores nas cidades: experiências urbanas, Formação de Professores na/da escola pública

Referências

ALMEIDA, Lia Heberlê de; MOLL, Jaqueline. Aproximações Entre Educação Integral e Ciência, Tecnologia e Sociedade (Cts). Revista de Ciências Humanas, [S. l.], v. 19, n. 02, p. 118-142, 2018. DOI: 10.31512/19819250.2018.19.02.118-142. Disponível em: https://revistas.fw.uri.br/revistadech/article/view/3155. Acesso em: 22 out. 2024.

ANDRÉ, Marli. O que é um estudo de caso qualitativo em educação? Revista da FAEEBA - Educação e Contemporaneidade, Salvador, v. 22, n. 40, p. 95-103, 2013. Disponível em: http://educa.fcc.org.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S0104-70432013000200009&lng=pt&nrm=iso. Acesso em: 3 nov. 2024.

ANDRÉ, Marli. O cotidiano escolar, um campo de estudo. In: PLACCO, Vera Maria Nigro de Souza; ALMEIDA, Laurinda Ramalho de Almeida (org.). O coordenador pedagógico e o cotidiano da escola [livro eletrônico]. São Paulo: Loyola, 2014.

ANDRÉ, Marli. Texto, contexto e significados: algumas questões na análise de dados qualitativos. Cadernos de Pesquisa, São Paulo, n. 45, p. 66-71, maio 1983.

BARCELOS, Renata Gerhardt; MOLL, Jaqueline Moll. Educação Integral e Democracia: contextos, referências e conceitos em um campo em disputas. Revista da FAEEBA - Educação e Contemporaneidade, Salvador, v. 32, n. 70, p. 17-31, 2023. DOI: 10.21879/faeeba2358-0194.2023.v32.n70.p17-31. Disponível em: https://www.revistas.uneb.br/index.php/faeeba/article/view/16305. Acesso em: 3 nov. 2024.

BAUER, Adriana. Avaliação e monitoramento da educação integral: de que qualidade se está falando?. In: FERREIRA, Antônio Gomes; BERNARDO, Elisangela da Silva; MENEZES, Janaína Specht S. (orgs.). Políticas e gestão em educação em tempo integral: desafios contemporâneos. Curitiba: CRV, 2018. pp. 301-320

BOGDAN, Roberto C.; BIKLEN, Sari Knopp. Investigação qualitativa em educação. Tradução Maria João Alvarez, Sara Bahia dos Santos e Telmo Mourinho Baptista. Porto: Porto Editora, 1994.

BRAGA, Wildiane Sousa. Programa São Paulo Integral: perspectivas de docentes sobre a implementação do programa. 2023. 194 f. Dissertação (Mestrado em Educação) –Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, 2023.

BRANCO, Veronica. A política de formação continuada de professores para a educação integral. In: MOLL, Jaqueline (org.). Caminhos da Educação Integral no Brasil: direito a outros tempos e espaços educativos. Porto Alegre: Penso, 2012a. p. 246-257

BRANCO, Verônica. Desafios para a implantação da Educação Integral: análise das experiências desenvolvidas na região sul do Brasil. Educar em Revista, [S. l.], n. 45, p. 111-123, jul. 2012b. Disponível em https://www.scielo.br/j/er/a/VmgNKdGdNHbTdmfzWxZBbjy/abstract/?lang=pt# Acesso em: 25 nov. 2024.

BRASIL. [Constituição (1988)]. Constituição da República Federativa do Brasil: texto constitucional promulgado em 5 de outubro de 1988, com as alterações adotadas pelas Emendas Constitucionais nº 1/92 a 45/2004 e pelas Emendas Constitucionais de revisão n° 1 a 6/94. Brasília, DF: Senado Federal, Secretaria especial de editoração e publicações, Subsecretarias de edições técnicas, 2005.

BRASIL. Lei N° 010172, de 9 de janeiro de 2001. Aprova o Plano Nacional de Educação e dá outras providências. Diário Oficial da União: Seção 1, ano 180, n. 120-A, p. 1, p. 20 (veto), Brasília, DF, 10 jan. 2001. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/arquivos/pdf/L10172.pdf. Acesso em: 3 nov. 2024.

BRASIL. Ministério da Educação. Educação Integral: texto referência para o debate nacional. Organização de Jaqueline Moll. Brasília: Secad, 2009. Disponível em: http://portal.mec.gov.br/dmdocuments/cadfinal_educ_integral.pdf Acesso em: 03 nov. 2024.

BRASIL. Ministério da Educação. Lei n. 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Brasília: MEC, 1996.

BRASIL. Ministério da Educação. Lei nº 13.005, de 25 de junho de 2014. Aprova o Plano Nacional de Educação - PNE e dá outras providências. Brasília, DF: MEC, 2014.

DESLANDES, Suelly Ferreira; NETO, Otavio Cruz; GOMES, Romeu; MINAYO, Maria Cecília de Souza (org.). Pesquisa social: teoria, método e criatividade. Petrópolis, RJ: Vozes, 1994.

ERNICA, Maurício. Percurso da educação integral no Brasil (2006). In: CENTRO DE ESTUDOS EM EDUCAÇÃO, CULTURA E AÇÃO COMUNITÁRIA. Seminário Nacional Tecendo Redes para Educação Integral. São Paulo: Cenpec, 2006. p. 13-31

GADOTTI, Moacir. Educação integral no Brasil: inovações em processo. São Paulo: Instituto Paulo Freire, 2009.

GIL, Antônio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2002.

GONÇALVES, Antonio Sérgio. Reflexões sobre educação integral e escola de tempo integral. Cadernos Cenpec, São Paulo, v. 1, n. 2, ago. 2006. Disponível em: https://cadernos.cenpec.org.br/cadernos/index.php/cadernos/article/view/136. Acesso em: 26 nov. 2024.

GUARÁ, Isa Maria F. Rosa. É imprescindível educar integralmente. Cadernos Cenpec, São Paulo, v. 1, n. 2, p. 15-24, ago. 2006. Disponível em: http://cadernos.cenpec.org.br/cadernos/index.php/cadernos/article/view/168. Acesso em: 26 nov. 2024.

LAVILLE, Christian; DIONNE, Jean. A construção do saber: manual de metodologia da pesquisa em ciências humanas. Belo Horizonte: UFMG, 1999. 340 p.

MOLL, Jaqueline (org.). Caminhos da Educação Integral no Brasil: direito a outros tempos e espaços educativos. Porto Alegre: Penso, 2012. 504 p.

MOLL, Jaqueline (org.). Caminhos para elaborar uma proposta de Educação Integral em jornada ampliada. Brasília: MEC, 2011. (Série Mais Educação).

POSSER, Juliana; ALMEIDA, Lia Heberlê de; MOLL, Jaqueline. Educação Integral: Contexto Histórico Na Educação Brasileira. Revista de Ciências Humanas, [S. l.], v. 17, n. 28, p. 112-126, 2016. DOI: 10.31512/rch.v17i28.2177. Disponível em: https://revistas.fw.uri.br/revistadech/article/view/2177. Acesso em: 30 out. 2024.

SANTOS, Douglas. O Ensino da geografia e o direito à escola e ao conhecimento. São Paulo: Edição do autor, 2016. Disponível em: https://issuu.com/douglassantos25/docs/ensino_da_geografia. Acesso em: 25 nov. 2024.

SANTOS, Lucíola Licínio de C. P. Formação de professores na cultura do desempenho. Educação e Sociedade, Campinas, v. 25, n. 89, p. 1145-1157, set./dez. 2004. Disponível em https://www.scielo.br/j/es/a/sZHrDhGjzhYX6MBbJ68Kjqt/abstract/?lang=pt#. Acesso em: 3 nov. 2024.

SÃO PAULO (Município). Lei nº 16.271, de 17 de setembro de 2015. Aprova o Plano Municipal de Educação. Diário Oficial da Cidade, p. 1, São Paulo, SP, 18 set. 2015. Disponível em: https://legislacao.prefeitura.sp.gov.br/leis/lei-16271-de-17-de-setembro-de-2015. Acesso em: 3 nov. 2024.

SÃO PAULO (Município). Secretaria Municipal de Educação. Instrução Normativa Secretaria Municipal de Educação - SME Nº 24 de 4 de setembro de 2023. Amplia a abrangência do Programa “São Paulo Integral – SPI”, instituído pela Portaria SME nº 7.464, de 2015, nas Escolas Municipais de Educação Infantil - EMEIS, Centros Municipais de Educação Infantil – CEMEIS, Escolas Municipais de Ensino Fundamental - EMEFS, Escolas Municipais de Ensino Fundamental e Médio – EMEFMS e Escolas Municipais de Educação Bilingue para Surdos - EMEBSs da Rede Municipal de Ensino e dá outras providências. Diário Oficial da Cidade, p. 31, São Paulo, SP, 5 set. 2023a. Disponível em: https://legislacao.prefeitura.sp.gov.br/leis/instrucao-normativa-secretaria-municipal-de-educacao-sme-14-de-4-de-setembro-de-2023. Acesso em: 3 nov. 2024.

SÃO PAULO (Município). Secretaria Municipal de Educação. Instrução Normativa Secretaria Municipal de Educação - SME Nº 35 de 5 de dezembro de 2023. Dispõe sobre a organização das Unidades de Educação Infantil, de Ensino Fundamental, de Ensino Fundamental e Médio e dos Centros Educacionais Unificados da Rede Municipal de Ensino para o ano de 2024, e dá outras providências. Diário Oficial da Cidade: p. 18-22, São Paulo, SP, 6 dez. 2023b. Disponível em: https://www.sinesp.org.br/legislacao/saiu-no-doc-legislacao/18170-instrucao-normativa-sme-n-35-de-05-12-2023-dispoe-sobre-a-organizacao-das-unidades-de-educacao-infantil-de-ensino-fundamental-de-ensino-fundamental-e-medio-e-dos-centros-educacionais-unificados-da-rede-municipal-de-ensino-para-o-ano-de-2024-e-da-outras-providencias. Acesso em: 25 nov. 2024.

SÃO PAULO. (Município). Secretaria Municipal de Educação. Instrução Normativa Secretaria Municipal de Educação - SME Nº 26 de 10 de agosto de 2022. Reorienta o Programa “São Paulo Integral – SPI” nas escolas municipais de educação infantil - emeis, centros municipais de educação infantil – cemeis, escolas municipais de ensino fundamental - emefs, escolas municipais de ensino fundamental e médio - emefms, escolas municipais de educação bilingue para surdos - emebss e nos centros educacionais unificados - ceus da rede municipal de ensino e dá outras providências. Diário Oficial da Cidade: p. 18, São Paulo, SP, 11 ago. 2022. Disponível em: https://legislacao.prefeitura.sp.gov.br/leis/instrucao-normativa-secretaria-municipal-de-educacao-sme-26-de-10-de-agosto-de-2022/detalhe/63092e671411924fe9cc31f6. Acesso em: 3 jul. 2025.

SÃO PAULO. (Município). Secretaria Municipal de Educação. Instrução Normativa Secretaria Municipal de Educação - SME Nº 25 de 29 de agosto de 2024. Amplia a abrangência do “Programa São Paulo Integral – PSPI”, instituído pela Portaria SME nº 7.464, de 2015, nas Escolas Municipais de Educação Infantil – EMEIS, Centros Municipais de Educação Infantil – CEMEIS, Escolas Municipais de Ensino Fundamental – EMEFS, Escolas Municipais de Ensino Fundamental e Médio – EMEFMS e Escolas Municipais de Educação Bilíngue para Surdos – EMEBSs da Rede Municipal de Ensino e dá outras providências. Diário Oficial da Cidade, p. 15, São Paulo, SP, 30 ago. 2024. Disponível em: https://legislacao.prefeitura.sp.gov.br/leis/instrucao-normativa-secretaria-municipal-de-educacao-sme-25-de-29-de-agosto-de-2024. Acesso em: 03 nov. 2024.

SÃO PAULO. Secretaria Municipal de Educação. Coordenadoria Pedagógica. Currículo da cidade: Ensino Fundamental: componente curricular: História. 2. ed. São Paulo: SME/ COPED, 2019. Disponível em: https://acervodigital.sme.prefeitura.sp.gov.br/wp-content/uploads/2021/08/CC-Historia.pdf. Acesso em: 3 nov. 2024.

SÃO PAULO. Secretaria Municipal de Educação. Coordenadoria dos Centros Educacionais Unificados e da Educação Integral – COCEU. Programa São Paulo Integral – experiências pedagógicas nos territórios do saber. São Paulo: SME/COCEU, 2017. Disponível em: https://acervodigital.sme.prefeitura.sp.gov.br/acervo/programa-sao-paulo-integral-experiencias-pedagogicas-nos-territorios-do-saber/. Acesso em: 25 nov. 2024.

SÃO PAULO. Secretaria Municipal de Educação. Coordenadoria Pedagógica. Educação Integral política São Paulo educadora. São Paulo: Coped, 2020. Disponível em: https://acervodigital.sme.prefeitura.sp.gov.br/acervo/educacao-integral-politica-sao-paulo-educadora/. Acesso em: 3 nov. 2024.

SEVERINO, Antônio Joaquim. Pós-graduação e pesquisa: o processo de produção e de sistematização do conhecimento. Revista Diálogo Educacional, Curitiba, v. 9, n. 26, p. 13-27, abr. 2009. Disponível em: http://educa.fcc.org.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1981-416X2009000100002&lng=pt&nrm=iso. Acesso em: 3 nov. 2024.

SIGALLA, Luciana Andréa Afonso; PLACCO, Vera Maria Nigro de Souza. Análise de prosa: uma forma de investigação em pesquisas qualitativas. Intersaberes, [S. l.], v. 17, n. 40, p. 100-113, 2022. DOI: 10.22169/revint.v17i40.2276. Disponível em: https://www.revistasuninter.com/intersaberes/index.php/revista/article/view/2276. Acesso em: 3 nov. 2024.

VENTURA, Magda Maria. Estudo de caso como modalidade de pesquisa. Revista SOCERJ, Rio de Janeiro, v. 20, n. 5, p. 383-386, set./out. 2007. Disponível em: http://sociedades.cardiol.br/socerj/revista/2007_05/a2007_v20_n05_art10.pdf. Acesso em: 18 nov. 2024.

Publicado

2025-09-05 — Atualizado em 2026-01-08

Versões

Edição

Secção

Dossiê Educação Integral, território e formação ao longo da vida para sociedades democráticas

Como Citar

Braga, W. S., & Silva, J. L. B. da. (2026). PERSPECTIVA DOCENTE: DESAFIOS E POTÊNCIAS EM UM PROGRAMA INDUTOR DE EDUCAÇÃO INTEGRAL. Revista De Ciências Humanas, 26(2), 126-145. https://doi.org/10.31512/19819250.2025.26.02.126-145 (Original work published 2025)