ENCANTOS Y DESAFÍOS EN EL PRIMER CURSO DE PRIMARIA
DOI:
https://doi.org/10.31512/19819250.2025.26.03.347-375Palabras clave:
Educação infantil , 1º ano, Ensino fundamental, TransiçãoResumen
La transición de la Educación Infantil (EI) al primer año de Educación Primaria (EP) es una etapa de muchos cambios, que provoca innumerables sentimientos en los niños que la atraviesan, aún tan pequeños, con sólo seis años. Por eso, el objetivo de este estudio fue investigar las percepciones de los niños del primer año de primaria sobre los cambios educativo-pedagógicos en relación a la educación primaria. La metodología utilizada fue la inserción ecológica, vinculada a los aspectos del TBDH que sustentan teóricamente este estudio. A lo largo de un mes, la investigadora realizó visitas cada dos días para realizar observaciones, que produjeron anotaciones en su diario de campo sobre las manifestaciones, actitudes y percepciones de los niños en la rutina diaria del 1º de primaria. A partir de estas anotaciones en su diario, surgieron dos categorías analíticas bajo las directrices del análisis de contenido: a) produce y ejecuta para que luego puedas jugar; y b) en el primer año de primaria ¿puedo hablar, jugar y compartir? Señalaron que, aunque los niños se dan cuenta de su nuevo papel como alumnos y de las expectativas de rol que se les presentan, siguen teniendo las mismas actitudes que en la etapa anterior, como interactuar y jugar. Sin embargo, estas acciones tienden a ocultarse al profesor, ya que se dan cuenta de que en primer año sus obligaciones son realizar las actividades.
Citas
ALIBOSEK, Caroline Aparecida Santiago; LIMA, Michelle Fernandes Lima. Base Nacional Comum Curricular e a diversidade: um estudo necessário. Revista de Ciências Humanas. v. 21, n 3, p. 61–79. Fev, 2020. DOI: https://doi.org/10.31512/19819250.2020.21.03.61-79 Disponível em: https://revistas.fw.uri.br/index.php/revistadech/article/view/3663 Acesso em: 4 fev. 2025.
ARAÚJO, Angélica Rodrigues de; SOUZA, Regiane Pereira de; SILVA, Walkíria Almeida e. Relação professor-aluno: a importância da afetividade. In: Anais[...] 3° Simpósio de TCC, das faculdades FINOM e Tecsoma, 2020, p. 1184-1194.
BARBOZA, Georgete Moura. Agora, acabou a brincadeira? A transição da Educação Infantil para o Ensino Fundamental. 2. ed. Curitiba: CRV, 2020.
BARDIN, Laurence. Análise de conteúdo. Tradução Luís Antero Reto e Augusto Pinheiro 70. ed. São Paulo: Persona, 1977.
BRASIL, Lei nº 11.274 de 6 de fevereiro de 2006. Altera a redação dos arts. 29, 30, 32 e 87 da Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da educação nacional, dispondo sobre a duração de 9 (nove) anos para o ensino fundamental, com matrícula obrigatória a partir dos 6 (seis) anos de idade. Diário Oficial da União, 6 Fev de 2006. Disponível em: https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2006/Lei/L11274.htm Acesso em: 17 set. 2024.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Básica. Base Nacional Comum Curricular. Brasília: MEC, 2018. Disponível em: http://basenacionalcomum.mec.gov.br/ Acesso em: 22 jan. 2024
BRONFENBRENNER, Urie. Bioecologia do desenvolvimento humano: tornando os seres humanos mais humanos. Tradução André de Carvalho Barreto. Porto Alegre: Artmed, 2011.
BRONFENBRENNER, Urie. A ecologia do desenvolvimento humano: experimentos naturais e planejados. Tradução Maria Adriana Veríssimo Veronese. Porto Alegre: Artes Médicas, 2002. 267 p.
CARBONIERI, Julian; EIDT, Nadia Mara; MAGALHÃES, Cassiana. A transição da educação infantil para o ensino fundamental: a gestação da atividade de estudo. Psicologia Escolar e Educacional. ABRAPE, v. 24, p. 1-8, jan, 2020. DOI: https://doi.org/10.1590/2175-35392020213529 Disponível: https://www.scielo.br/j/pee/a/97Tn9BTwb5zcjPdPStGktzk/?format=pdf&lang=pt Acesso em: 23 jan. 2025.
CECCONELLO, Alessandra Marques; KOLLER, Sílvia Helena. Inserção Ecológica na comunidade: Uma proposta metodológica para o estudo de famílias em situação de risco. Psicologia: Reflexão e Crítica, v. 16, n. 3, abr. 2003, p. 515-524. DOI: https://doi.org/10.1590/S0102-79722003000300010 Disponível em: https://www.scielo.br/j/prc/a/prz4cVcRXNM6vwLW9zgS5Cd/?lang=pt Acesso em: 3 ago. 2025.
COPETTI, Fernando; KREBS, Ruy Jornada. As propriedades da pessoa na perspectiva do paradigma bioecológico. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2004.
COUTINHO, Ângela Scalabrin. Consentimento e assentimento. Em Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação. 2019. Ética em pesquisa em Educação: subsídios, p. 62-65. In: ANPED. Disponível em: https://www.passeidireto.com/arquivo/102257298/etica-e-pesquisa-em-educacao-isbn-final Acesso em: 23 out. 2024.
FONSECA, Paula Miño Oliveira da; BERSCH, Ângela Adriane Schmidt. Crianças, corporeidade e movimento: o pulsar da infância. Periódico Horizontes, Itatiba, SP, v. 42, n 1, fev-jul. 2024. Disponível em: https://revistahorizontes.usf.edu.br/horizontes/article Acesso em: 19 out. 2024.
FOUCAULT, Michel. Vigiar e punir: nascimento da prisão. Tradução de Raquel Ramalhete. Petrópolis, Vozes, 1999. 288p.
FRIEDMANN, Adriana. A vez e a voz das crianças: escutas antropológicas e poéticas das infâncias. São Paulo: Panda Books, 2020.
MARTINS, Maísa Aparecida Ruiz; SANCHES, Ana Paula Rodrigues; SANTOS, Maria Walburga dos; CAMARGO, Andreia Regina Oliveira. Tempos e espaços de brincar no primeiro ano do ensino fundamental. Revista Educação Online, Rio de Janeiro, v. 19, n. 45, jan./abr., p. 1-22, 2024. Disponível em: https://educacaoonline.edu.puc-rio.br/index.php/eduonline/article/view/1544/460 Acesso em: 3 out. 2024.
MORETTI, Sheila. A passagem da criança da Educação Infantil para os anos iniciais e a construção inicial do “oficio” de aluno. 2019. Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade Regional de Blumenau, SC. 2019.
MOTTA, Flávia Miller Naethe. De crianças a alunos A transição da Educação Infantil para o Ensino Fundamental. 1. ed. São Paulo: Cortez Editora, 2013, 188 p.
NOIS, Letícia. O brincar na transição da educação infantil para o ensino fundamental: uma análise das narrativas de crianças. Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade Federal de São Carlos, SP. 2021.
PERRENOUD, Phillipe. Ofício de Aluno e Sentido do Trabalho Escolar. Porto. Porto Editora, 1995 [1994].
PINHEIRO, Kelen. Narrativas infantis: experiências iniciais sobre a “escola de gente grande”. Dissertação de Mestrado em Educação. Universidade Federal do Mato Grosso, Cuibá, MT, 2021.
PINHEIRO, Solange; BERSCH, Ângela.; Corporeidade na e para Infância: Uma experiência no primeiro ano do Ensino Fundamental. In: BERSCH, Ângela.; PISKE, Eliane. Práticas Educativas nas Infâncias em diferentes contextos. Rio Grande: Furg, 2021. 171 p.
PRATI, Laíssa Eschiletti; COUTO, Maria Clara P. de Paula; MOURA, Andreína; POLLETO, Michele; KOLLER, Sílvia H. Revisando a Inserção Ecológica: Uma Proposta de Sistematização. Psicologia: Reflexão e Crítica, v. 21, n. 1, p. 160-169. 2008. DOI: https://doi.org/10.1590/S0102-79722008000100020 Disponível em: https://www.scielo.br/j/prc/a/pQHgm4ZDsNygyttwybxrb7L Acesso em: 7 out. 2024.
SANTANA, Juliana Prates.; KOLLER, Sílvia. Introdução à abordagem ecológica do desenvolvimento humano nos estudos com crianças e adolescentes em situação de risco. 1. ed. São Paulo/SP. Casa do Psicólogo, 2004.
SARMENTO, Manuel. Jacinto. A reinvenção do ofício de aluno e de criança. Atos de Pesquisa em Educação, v. 6, n. 3, p. 581-602, set./dez. 2011. Disponível em: https://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/36733#:~:text= Acesso em: 01 out. 2024.
SARMENTO, Manuel Jacinto. Vicissitudes do ofício de aluno: de novo, o insucesso escolar em questão. In: AFONSO, Almerindo Janela; PALHARES, José Augusto (Org.). Entre a Escola e a Vida: A condição do jovem para além do ofício de aluno. Porto: Fundação Manuel Leão, 2019. p. 31-48.
SILVEIRA, Simone de Biazzi Avila Batista da; GARCIA, Narjara Mendes; PIETRO, Angela Torma; YUNES, Maria Angela Mattar. Inserção ecológica: metodologia para pesquisar risco e intervir com proteção. Psic. da ED, São Paulo, v. 29, p. 57-74, ago./dez. 2009.
SILVEIRA, Simone de Biazzi A. B. da et al. Inserção ecológica: metodologia para pesquisar risco e intervir com proteção. Psic. da Ed., São Paulo, n. 29, 2º sem., p. 57-74, 2009. Disponível em: Inserção ecológica: metodologia para pesquisar risco e intervir com proteção Acesso em: 19 out. 2024.
SIMIANO, Luciane Pandini; SANTOS, Elaine Maria da Silva dos; GALDINO, Ana Paula. Narrativas da/na infância: a criança e sua potência em Walter Benjamin. Memorare, Tubarão, v. 10, n. 1, mai./out. p. 72-83, 2023. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/375780107 Acesso em: 7 out. 2024.
SOARES, Manoel Holanda; BEZERRA, Sara Jane Cerqueira. Experiências de docentes em turmas multisseriadas/multianos: desafios e estratégias metodológicas utilizadas em escolas rurais de Palmeira dos Índios/AL. Revista Interseção, Palmeira dos Índios/AL, v. 2., n. 1, jul., p. 134-160, 2021. Disponível em: https://www.researchgate.net/publication/367458770 Acesso em: 9 out. 2024.
TEIXEIRA, Érica Jaqueline Pizapio; PACÍFICO, Juracy Machado; BARROS, Josemir Almeida. O diário de campo como instrumento na pesquisa científica: contribuições e orientações. Cuadernos de Educación y Desarrollo, Europub, v. 15, n. 2, 1678-1705, 2023. Disponível em: https://cuadernoseducacion.com/ojs/index.php/ced/article/view/1090/982 Acesso em: 11 jan. 2025.
VENTURINI, Gabriela e SCHULER, Betina. Pensamento, experiência e o tempo do ócio na Educação Infantil. Childhood & Philosophy, Rio de Janeiro, v.16, dez., p.1-27, 2020. Disponível em: https://repositorio.unilasalle.edu.br/bitstream/11690/2792/1/gventurini.pdf. Acesso em: 21 out. 2024.
XAVIER, Elaine Fabre.; OLIVEIRA, Paloma Rezende. O espaço do brincar na educação infantil e ensino fundamental: rupturas e continuidades. Revista Lex Cult, Rio de Janeiro, v. 6, n. 2, p. 37-56, maio/ago. 2022. DOI: https://doi.org/10.30749/2594-8261.v6n2p37-56 Disponível em: https://lexcultccjf.trf2.jus.br/index.php/LexCult/article/view/629 Acesso em: 20 nov. 2024.
Descargas
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Revista de Ciências Humanas

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución 4.0.
O trabalho Revista de Ciências Humanas de Revista de Ciências Humanas foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição 4.0.
Podem estar disponíveis autorizações adicionais ao âmbito desta licença em http://revistas.fw.uri.br/index.php/revistadech.