PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL SOBRE A EUROPA E A LITERATURA DE GUERRA EM PERÍODOS DE GRANDES DIFICULDADES.

Ricardo Santos David

Resumo


RESUMO:

 

 Hoje, cem anos depois das maiores batalhas navais e de trincheiras, cabe a pergunta: como esta Grande Guerra Europeia mudou não somente as configurações do continente, mas também os conceitos de guerra e de literatura de guerra? Até o século XIX, a guerra era vista por muitos como um ato heroico, pelo qual os homens podiam comprovar a sua valentia numa luta aberta, encarando diretamente o inimigo. Com a nova tecnologia de armas, a morte vem de forma invisível: gás, submarinos, artilharias de longo alcance, minas, aviões, tanques e metralhadoras. Muda-se a estratégia bélica e finda o sentimento de uma luta nobre para defender a pátria. Neste artigo, a grande desilusão com a guerra será exemplificada através dos romances Nada de novo no front (1929) de Erich Maria Remarque, Os quatro cavaleiros do Apocalipse (1916) de Vicente Blasco Ibáñez, abarcando a guerra terrestre, assim como o drama expressionista Batalha naval (1917) de Reinhard Göring.

 

Palavras-chave: Primeira Guerra Mundial; Guerra das Trincheiras; batalhas navais; Grande Guerra Europeia; literatura de guerra.


Palavras-chave


Primeira Guerra Mundial; Guerra das Trincheiras; batalhas navais; Grande Guerra Europeia; literatura de guerra.

Texto completo:

PDF

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Licença Creative Commons
O trabalho Revista Literatura em Debate de Revista Literatura em Debate foi licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição 3.0 Não Adaptada.